Já que há mudança de ano...

2012, não ouças o que 2011 disse.

Será que fiquei meia insensível?

Li um livro do Nicholas Sparks e não chorei.
Estranho...

Sou um máximo a partir/quebrar/destruir/avariar coisas

Comprei ontem uma pen.
Deixei-a cair à instantes.
A coisa onde se costuma por uma fita ou outra coisa qualquer partiu.

Até nem me ralava muito, se a pen não tivesse apenas 3 cm de comprimento e para achá-la futuramente na bolsa vai ser o cabo dos trabalhos.

Respira fundo e conta até 10... inspira, expira...

Dos saldos

Já vi feiras com uma organização melhor e com menos turbulência.


A reter: NUNCA ir aos saldos no primeiro dia das promoções. Deumalibre...

Qualquer dia é dia

Sempre que vou comprar tinteiros para a minha impressora, o dono da loja tenta-me vender uma impressora HP que lá tem, porque "os tinteiros são mais baratos e os da sua impressora são bem mais caros. compensava mais esta compra".
O que ele não menciona é que os tinteiros da impressora que ele me tenta impingir vão-se num tiro e que a qualidade de impressão não é assim uma coisa por aí além. Não foi à toa que escolhi a impressora que escolhi.
Se ele tivesse vindo com esta conversa uma ou duas vezes, eu até nem ligava. Mas sempre que lá vou já sei com que fado vou levar, e isso é coisa para me começar a moer a paciência. E qualquer dia é dia...

"Tão bem que eu funciono sobre pressão!"

Quase toda a gente que eu conheço afirma, com uma pontinha de orgulho, que funciona melhor sob pressão. (e com "funciona" eu quero dizer em termos intelectuais e no já habitual desenrrascanso)
Já eu posso afirmar, sem orgulho nenhum, que sob pressão sou a minha própria antítese. Contam-se pelos dedos as vezes em que tomei a melhor decisão nestas situações. Simplesmente sai-me tudo ao contrário, o que não é nada bom.

Começo a pensar em adoptar um barómetro. Assim já sei quando tenho de cavar um buraco para me enfiar.

Ponto positivo do Natal já ter passado

A Popota vai estar 11 meses sem aparecer na televisão.

Merry Cristas!

E pronto, é só isso que queria dizer :)

A propósito de um acontecimento recente

Uma amiga minha está sempre a dizer: "Arrepende-te do que fizeste e não daquilo que não fizeste".
O pior é quando a parte do arrependimento vem. Seja de que circunstância for.

Mistura explosiva

"Pai da Fanny em videoclip de David Carreira"

Oi?!?

A modos que...

Feliz Natal. Boas entradas, um 2012 em grande. Feliz aniversário, bom Carnaval e uma Páscoa feliz. Um óptimo 25 de Abril, dia do pai e da mãe. Gozem bem o São João, o Santo António e os restantes feriados (os que ainda sobreviverem). Ah, e excelente férias…
Pronto, já está tudo despachado! :)

Sem Título

Um amigo meu, aproveitando a minha alcunha:

"A tua personalidade tem um pouco de Pimenta
Não é qualquer um que gosta
Não é qualquer um que aguenta"

Fiquei embevecida :p

Isto dos álbuns digitais é muito giro e tal...

... mas as coisas em papel tem outro charme.

Uma amiga minha fez um álbum todo catita com fotos de todos os amigos, dos momentos que passamos juntos, etc etc, com descrições a condizer e onde também tem guardadas algumas das nossas letras originais criadas para uma canção qualquer (uma vez cheguei a fazer uma versão acústica de uma delas. escusado será dizer que ficou qualquer coisa para lá de lindo :p ) ou simples rimas parvas que nos deu para fazer. 
Andei toda entretida a desfolhar o álbum e a rir-me de todas aquelas memórias. 
No meio de isto tudo houve um pensamento que me veio logo à cabeça: as coisas em papel têm mesmo outro charme.

Diz que é a crise

As ruas andam cheias de gente, as lojas não têm mãos a medir com tanto embrulho, dos supermercados então é melhor nem falar...
Crise? Quem?

Bati o meu próprio recorde

Duas mudanças de layout no espaço de 24h.  
Como eu gosto de monotonia :p

Uma questão de perspectivas

São ambos peludos, roedores, e não são propriamente os Mr. Higiene.

Se uma pessoa vir um rato: "AAAAHHHHH QUE NOJO! XÔ DAQUI! BAAAHHH"

Se uma pessoa vir um hamster: "Oh tão fofo! Que coisa mais querida!  Deixa-me fazer-lhe uma festinha"



Ah e tal, é a preguiça

Antes das férias pensava: "quando tiver de férias e tal, vou fazer isto, aquilo, e aquilo também"

Coisas feitas até agora: zero!

Ah, a magia de fazer nenhum

Expresões que por cá se usam, mas que põem os "estrangeiros" de olhos em bico - round 1

"um rô de coisas"
 tradução: muitas coisas

Na brincadeira, eu costumo dizer que quem não usar esta pressão não é digno deste concelho.  Desde que me conheço como gente que digo isto e já não é a primeira vez, e de certeza não vai ser a última, que amigos meus e familiares que não são de cá me gozam por isso. Em minha defesa alego que já tentei várias vezes desabituar-me ao "rô", mas isto já está tão entranhado que fica difícil.

Ah, e dizer isto com pronúncia do 'nourte'? Um mimo!

Não fazer nenhum no primeiro dia de férias


Mission Accomplished!

"Les aventures de la feicebuque" - volume III

Mau, modo cronologia?
A ideia não é má de todo, mas aquele mural aos ziguezagues... huuuummm...

Serei a única?

Falta mais ou menos uma semana para o Natal e eu já não posso mais ouvir as músicas características desta época. Isto porque, como todos os anos, nas ruas cá do sítio são instaladas colunas para se ouvir músicas de natal pela vila toda. Nada contra, eu até acho piada. Agora alarguem um bocadinho (que é para não dizer um 'bocadão') a playlist, senão começa tudo a ressacar dessas músicas e lá se vai o espírito alegre do natal para um sítio que eu cá sei.


A possível causa de um possível disturbio anti-social

É mesmo giro ou não quando às vezes alguém se lembra de dizer qualquer coisa como:

"Eich, lembram-se daqueles nokias muito antigos que toda a gente tinha?"
Toda a gente sorri e diz:  "Yaa!" ou "Aquilo é que eram máquinas!"
Eu sou a única que diz: "Oh, eu nunca tive esse nokia"

Juro que fica toda a gente a olhar para mim, ou com cara de "WTF?" ou então a pensar "ya ya, que pêta".

(Em minha defesa alego que não tenho culpa de o meu primeiro mobile ter sido mais jeitoso do que o da figura  :p)


Dentista: o horror, o drama, a tragédia!

Se há algo que se costuma associar aos dentistas é o terror! Tooooda a gente morre de pavor de se sentar naquela cadeira, de ficar cega com o foco de luz, etc etc..

No meu caso não é o conceito de dentista que eu não gosto. O meu problema é a anestesia. Sim, a anestesia. Porque para mim ir ao dentista é sinónimo de: "Levar com a primeira dose de anestesia. Penso que pegou. Broca nos dentes. Dor. Outra dose de anestesia. Sensação de que tenho a cara desfigurada, por isso a segunda dose deve estar a funcionar. Novamente o encontro da broca com os dentes".  Nos dias mais sorridentes e abençoados, a história termina por aqui. Nos dias em que o meu corpo não está lá muito virado para aceitar a anestesia ocorre então a terceira tentativa, que me faz rogar uma infinidade de pragas à dentista: a anestesia directamente no nervo, que é coisa para, num primeiro instante, doer para c@#@&%$. Depois do berro da praxe, lá relaxo e ela até pode estar a bater no dente com um martelo ou coisa parecida que eu simplesmente não dou conta.

Uma coisa é certa, não me posso queixar de monotonia nas minhas idas ao dentista

Porquê? Porque me fizeram isso?

 
O Pingo da minha zona deixou de vender supremas de chocolate.
 
NÃÃÃOOO!!