Sou um máximo a partir/quebrar/destruir/avariar coisas
Comprei ontem uma pen.
Deixei-a cair à instantes.
A coisa onde se costuma por uma fita ou outra coisa qualquer partiu.
Até nem me ralava muito, se a pen não tivesse apenas 3 cm de comprimento e para achá-la futuramente na bolsa vai ser o cabo dos trabalhos.
Deixei-a cair à instantes.
A coisa onde se costuma por uma fita ou outra coisa qualquer partiu.
Até nem me ralava muito, se a pen não tivesse apenas 3 cm de comprimento e para achá-la futuramente na bolsa vai ser o cabo dos trabalhos.
Respira fundo e conta até 10... inspira, expira...
Dos saldos
Já vi feiras com uma organização melhor e com menos turbulência.
A reter: NUNCA ir aos saldos no primeiro dia das promoções. Deumalibre...
Qualquer dia é dia
Sempre que vou comprar tinteiros para a minha impressora, o dono da loja tenta-me vender uma impressora HP que lá tem, porque "os tinteiros são mais baratos e os da sua impressora são bem mais caros. compensava mais esta compra".
O que ele não menciona é que os tinteiros da impressora que ele me tenta impingir vão-se num tiro e que a qualidade de impressão não é assim uma coisa por aí além. Não foi à toa que escolhi a impressora que escolhi.
Se ele tivesse vindo com esta conversa uma ou duas vezes, eu até nem ligava. Mas sempre que lá vou já sei com que fado vou levar, e isso é coisa para me começar a moer a paciência. E qualquer dia é dia...
"Tão bem que eu funciono sobre pressão!"
Quase toda a gente que eu conheço afirma, com uma pontinha de
orgulho, que funciona melhor sob pressão. (e com "funciona" eu quero
dizer em termos intelectuais e no já habitual desenrrascanso)
Já
eu posso afirmar, sem orgulho nenhum, que sob pressão sou a minha
própria antítese. Contam-se pelos dedos as vezes em que tomei a melhor
decisão nestas situações. Simplesmente sai-me tudo ao contrário, o que
não é nada bom.
Começo a pensar em adoptar um barómetro. Assim já sei quando tenho de cavar um buraco para me enfiar.
A propósito de um acontecimento recente
Uma amiga minha está sempre a dizer: "Arrepende-te do que fizeste e não daquilo que não fizeste".
O pior é quando a parte do arrependimento vem. Seja de que circunstância for.
O pior é quando a parte do arrependimento vem. Seja de que circunstância for.
A modos que...
Feliz Natal. Boas entradas, um 2012 em grande. Feliz aniversário, bom Carnaval e uma Páscoa feliz. Um óptimo 25 de Abril, dia do pai e da mãe. Gozem bem o São João, o Santo António e os restantes feriados (os que ainda sobreviverem). Ah, e excelente férias…
Pronto, já está tudo despachado! :)
Sem Título
Um amigo meu, aproveitando a minha alcunha:
"A tua personalidade tem um pouco de Pimenta
Não é qualquer um que gosta
Não é qualquer um que aguenta"
Fiquei embevecida :p
"A tua personalidade tem um pouco de Pimenta
Não é qualquer um que gosta
Não é qualquer um que aguenta"
Fiquei embevecida :p
Isto dos álbuns digitais é muito giro e tal...
... mas as coisas em papel tem outro charme.
Uma amiga minha fez um álbum todo catita com fotos de todos os amigos, dos momentos que passamos juntos, etc etc, com descrições a condizer e onde também tem guardadas algumas das nossas letras originais criadas para uma canção qualquer (uma vez cheguei a fazer uma versão acústica de uma delas. escusado será dizer que ficou qualquer coisa para lá de lindo :p ) ou simples rimas parvas que nos deu para fazer.
Andei toda entretida a desfolhar o álbum e a rir-me de todas aquelas memórias.
No meio de isto tudo houve um pensamento que me veio logo à cabeça: as coisas em papel têm mesmo outro charme.
Diz que é a crise
As ruas andam cheias de gente, as lojas não têm mãos a medir com tanto embrulho, dos supermercados então é melhor nem falar...
Crise? Quem?
Crise? Quem?
Uma questão de perspectivas
São ambos peludos, roedores, e não são propriamente os Mr. Higiene.
Se uma pessoa vir um rato: "AAAAHHHHH QUE NOJO! XÔ DAQUI! BAAAHHH"
Se uma pessoa vir um hamster: "Oh tão fofo! Que coisa mais querida! Deixa-me fazer-lhe uma festinha"
Se uma pessoa vir um rato: "AAAAHHHHH QUE NOJO! XÔ DAQUI! BAAAHHH"
Se uma pessoa vir um hamster: "Oh tão fofo! Que coisa mais querida! Deixa-me fazer-lhe uma festinha"
Ah e tal, é a preguiça
Antes das férias pensava: "quando tiver de férias e tal, vou fazer isto, aquilo, e aquilo também"
Coisas feitas até agora: zero!
Ah, a magia de fazer nenhum
Coisas feitas até agora: zero!
Ah, a magia de fazer nenhum
Expresões que por cá se usam, mas que põem os "estrangeiros" de olhos em bico - round 1
"um rô de coisas"
tradução: muitas coisas
Na brincadeira, eu costumo dizer que quem não usar esta pressão não é digno deste concelho. Desde que me conheço como gente que digo isto e já não é a primeira vez, e de certeza não vai ser a última, que amigos meus e familiares que não são de cá me gozam por isso. Em minha defesa alego que já tentei várias vezes desabituar-me ao "rô", mas isto já está tão entranhado que fica difícil.
Ah, e dizer isto com pronúncia do 'nourte'? Um mimo!
"Les aventures de la feicebuque" - volume III
Mau, modo cronologia?
A ideia não é má de todo, mas aquele mural aos ziguezagues... huuuummm...
A ideia não é má de todo, mas aquele mural aos ziguezagues... huuuummm...
Serei a única?
Falta mais ou menos uma semana para o Natal e eu já não posso mais ouvir as músicas características desta época. Isto porque, como todos os anos, nas ruas cá do sítio são instaladas colunas para se ouvir músicas de natal pela vila toda. Nada contra, eu até acho piada. Agora alarguem um bocadinho (que é para não dizer um 'bocadão') a playlist, senão começa tudo a ressacar dessas músicas e lá se vai o espírito alegre do natal para um sítio que eu cá sei.
A possível causa de um possível disturbio anti-social
É mesmo giro ou não quando às vezes alguém se lembra de dizer qualquer coisa como:
"Eich, lembram-se daqueles nokias muito antigos que toda a gente tinha?"
Toda a gente sorri e diz: "Yaa!" ou "Aquilo é que eram máquinas!"
Eu sou a única que diz: "Oh, eu nunca tive esse nokia"
Juro que fica toda a gente a olhar para mim, ou com cara de "WTF?" ou então a pensar "ya ya, que pêta".
(Em minha defesa alego que não tenho culpa de o meu primeiro mobile ter sido mais jeitoso do que o da figura :p)
"Eich, lembram-se daqueles nokias muito antigos que toda a gente tinha?"
Toda a gente sorri e diz: "Yaa!" ou "Aquilo é que eram máquinas!"
Eu sou a única que diz: "Oh, eu nunca tive esse nokia"
Juro que fica toda a gente a olhar para mim, ou com cara de "WTF?" ou então a pensar "ya ya, que pêta".
(Em minha defesa alego que não tenho culpa de o meu primeiro mobile ter sido mais jeitoso do que o da figura :p)
Dentista: o horror, o drama, a tragédia!
Se há algo que se costuma associar aos dentistas é o terror! Tooooda a
gente morre de pavor de se sentar naquela cadeira, de ficar cega com o
foco de luz, etc etc..
No meu caso não é o conceito de dentista
que eu não gosto. O meu problema é a anestesia. Sim, a anestesia. Porque
para mim ir ao dentista é sinónimo de: "Levar com a primeira dose de
anestesia. Penso que pegou. Broca nos dentes. Dor. Outra dose de
anestesia. Sensação de que tenho a cara desfigurada, por isso a segunda
dose deve estar a funcionar. Novamente o encontro da broca com os
dentes". Nos dias mais sorridentes e abençoados, a história termina por
aqui. Nos dias em que o meu corpo não está lá muito virado para aceitar
a anestesia ocorre então a terceira tentativa, que me faz rogar uma
infinidade de pragas à dentista: a anestesia directamente no nervo, que é
coisa para, num primeiro instante, doer para c@#@&%$. Depois do
berro da praxe, lá relaxo e ela até pode estar a bater no dente com um
martelo ou coisa parecida que eu simplesmente não dou conta.
Uma coisa é certa, não me posso queixar de monotonia nas minhas idas ao dentista
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